Da dúvida, o benefício

Eles tomaram hoje a posse do direito a governar este país. Há por lá quem já tenha dado as suas provas em cargos do memo gabarito e dessas provas, quem ainda se lembrar, que tire as devidas ilações. Outros, noviços nestas andanças, deixam sempre em aberto uma legítima e inevitável expectativa. Não mais que mediana.
Cerimónia simples e sucinta, como convém aos tempos de crise que vão continuar. Ao beija-mão não faltaram, no entanto, figuras, figurinhas e figurões do costume: a decadente estrela, Edite, entre outros não menos inefáveis astros.
Aguardemos o seu desempenho. Até lá, demos-lhes o benefício da dúvida. Ou, como se diz nos tribunais, todo o réu é inocente até prova em contrário.
3 Opiniões:
Ei que benefício de dúvida tão envenenado! Todo contaminado pelo malefício da certeza na incerteza. Ou a atracção portuguesa pelo abismo da desgraça. Ou, ainda, o despeito maligno que se quer benigno perante a maioria absoluta da "direita pseudo-esquerda". Raio de democracia que não há meio de dar razão, toda a razão, a 7% da clarividência nos votos. Aproveitem a CGTP, lutem! Abraço de quem te topa e te estima. João Tunes
Eu já imaginava que virias dar um ar da tua graça... Mas deixa-me com as minhas dúvidas em relação ao que por aí virá, apesar de até achar que o elenco ministerial engloba gente que prezo e em quem acredito. Vamos a ver.
A CGTP? Pois... e mais não digo.
Abração para ti.
Parece que há quem queira que os que não votaram na maioria se comportem como se o tivessem feito,i. é, que apoiem o Gooverno
Creio que é tão absurdo como enveredar já pelo "bota abaixo".
Vamos esperar algum tempo para depois optar, apesar de já calcularmos como vai ser.
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