Intervalo
Dona Maria descobre que está sendo traída e decide se queixar com o melhor amigo do marido, Pedrão, um negão de 2,10m, um armário (de portas abertas).
- Pedrão, meu marido anda me traindo e vou pagar na mesma moeda.
- Mulé, fais isso não. Tudo intriga do povo.
- Não, infelizmente é verdade. E para eu poder pagar na mesma moeda, Pedrão, o esculido foi você.
- Que é isso cumade? Não posso fazer uma desgraceira dessas...
- Pode sim. Tu cunhece camisinha?
- Cunheço sim... Né aquele trem, com um oizinho que bota na cabeça da pimba, pra mode fazê ozadia?
- Isso mesmo! Então tu vai se preparando aí, que eu vou dá um banho na bichinha prá gente começá a saliênça.
Quando Maria volta do banho tem uma tremenda surpresa. Tá Pedrão com a camisinha enfiada na cabeça, já quase com as orelhas pra dentro. Ela diz:
- Pedrão! Sé doido? Isso é pra botar na pimba, hômi de Deus!
E ele responde:
- Eu sei mulé. Só tô afroxano...
5 Opiniões:
Antológica! O humor elevado ao expoente máximo. Andamos todos a necessitar de "risos" como este, cansados do riso que nos causa o ridículo que nos rodeia.
Antológica! O humor elevado ao expoente máximo. Andamos todos a necessitar de "risos" como este, cansados do riso que nos causa o ridículo que nos rodeia.
Para continuar a antologia, conta agora uma que meta judeus... Abraço. João Tunes
(mantendo o registo humorístico apesar de estarmos em período de luto nacional)
A propósito da Antologia.
Não há por aqui problemas mal resolvidos com quaisquer espécies de racismo, nem tão pouco tenho reservas mentais contra as personagens do anedotário nacional ou estrangeiro, sejam eles "negos" ou "negões", "brancos ou branquinhos". Reconheço , por ouvir dizer(!!!), que esta histórinha só poderia funcionar com um negão, por razões anatómicas óbvias.
Quanto à sugestão de incluir Judeus na Antologia; sugiro então, que se abra um capítulo de humor negro e que se procurem anedotas sobre dois conhecidos "anti-racistas": o Menahem Begin (já morto)e o Ariel Sharon (ainda matador) que foram certamente submetidos aos rituais de pós- nascimento.
Se nada do que disse antes tem aplicabilidade e assenta numa interpretação incorrecta , não há problema, nos tempos que correm a asneira é um culto e eu também posso participar.
Nothing Personal. SLB sempre!
Ao João Tunes e ao JRD:
Ponto de entendimento: SLB sempre! (Espero que isto não seja considerado racista por eventuais conotações com peles-vermelhas...)
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